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Por que comemos o que comemos? Entenda quais fatores influenciam a alimentação

Afinal, por que comemos o que comemos? Essa é uma pergunta que poucas pessoas se fazem. Mas, às vezes, nos alimentamos com produtos que podem não ser interessantes para a nossa saúde. Isso é motivado pela cultura local, questões econômicas e sociais ou por um trabalho de marketing muito forte.

Esses elementos fazem com que produtos que não trazem benefício algum para a saúde sejam consumidos sem preocupações. Ao longo dos anos, esse padrão alimentar se torna uma rotina. E as pessoas passam a ter dificuldade em se livrar dos chamados alimentos inflamatórios, como os ricos em gordura ou açúcar, processados e ultraprocessados.

O nosso objetivo com este artigo é mostrar as mudanças saudáveis que podem ser inseridas nos seus hábitos alimentares. Por isso, evidenciamos como a grande indústria alimentícia utiliza estratégias para incentivar o consumo das junk food. Acompanhe!

Por que comemos o que comemos?

A resposta para a pergunta “por que comemos o que comemos” pode ser encontrada ao analisar os padrões alimentares atuais. O setor alimentício se tornou um grandioso mercado, impulsionado pelas grandes indústrias.

Não que exista problema nisso, a questão é que elas adotam diversas medidas de marketing para elevar o consumo dos produtos industrializados. E nem sempre se tratam de alimentos saudáveis. Logo, o que todos devem fazer é trazer consciência para a sua própria alimentação.

Como as escolhas alimentares mudaram com o passar dos anos?

No passado, a alimentação não era tão simples e disponível como nos dias atuais. Ou seja, não existiam tantos restaurantes ou estabelecimentos de comercialização de produtos alimentícios. Em muitos casos, as pessoas precisavam cultivar ou caçar os seus próprios alimentos.

Com a evolução da agricultura e o surgimento da indústria alimentícia, isso mudou muito. Assim, os empresários do setor passaram a utilizar estratégias de marketing para convencer as pessoas se interessarem por seus produtos. E as táticas de atração só aumentam, junto ao consumo, principalmente da população mais jovem.

É só olhar os comerciais de televisão e as propagandas em materiais impressos nas ruas e nos estabelecimentos para perceber. Afinal, é mais fácil ver anúncios de pizza, refrigerante e fast foods do que sobre alimentação saudável, não é? Isso sempre em um cenário de felicidade e curtição.

Além disso, o surgimento dos aplicativos de delivery trouxe outra mudança nos hábitos alimentares. Há pouco tempo, se alguém quisesse comer algo diferente precisaria se dirigir até um estabelecimento e fazer o pedido desejado. Hoje, esse processo pode ser feito do conforto do seu lar.

Ou seja, a alimentação vem se tornando cada vez mais próxima do consumidor, fazendo com que ele deixe de produzir ou cozinhar a sua própria comida. E por que você deveria se preocupar? Simples, distúrbios alimentares podem causar impactos significativos na sua saúde, como compulsões, fome excessiva e colesterol alto.

Como saber mais sobre a alimentação saudável e os hábitos nocivos?

Para se alimentar melhor você deve buscar conhecimento. Mas essa prática vem se tornando mais simples com o crescente número de pessoas falando sobre o assunto na internet e os materiais disponíveis. Quer algumas dicas? Então, dá uma olhada nessa seleção de literaturas que separamos para você:

  • Pegando fogo: por que cozinhar nos tornou humanos, de Richard Wrangham;
  • Pense no garfo!: uma história da cozinha e de como comemos, de Bee Wilson;
  • Como cozinhar sem receitas, de Glynn Christian;
  • O gosto como experiência: ensaio sobre a filosofia e estética do alimento, de Nicola Perullo;
  • O atlas gastronômico: uma volta ao mundo em 40 cozinhas, de Mina Holland.

Contudo, se quiser algo para assistir, os documentários trazem grandes reflexões sobre nossos hábitos alimentares. Portanto, veja estes exemplos:

  • Agricultura tamanho família — mostra a agricultura familiar no interior e as relações sociais nesse meio;
  • O veneno está na mesa — mostra os perigos da produção agrícola com agrotóxicos;
  • Muito além do peso — investiga por que existem tantas crianças obesas no Brasil;
  • Fed Up — busca saber quais são as principais causas da obesidade nos EUA.

Por fim, estes são apenas exemplos de conteúdos que você pode ter acesso para desvendar os segredos da alimentação e por que comemos o que comemos. Desse modo, é possível ter mais saúde e uma melhor relação com a comida.

Gostou deste artigo? Então, compartilhe-o em suas redes sociais. Assim, mais pessoas terão acesso a esse conhecimento tão valioso.

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