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Alimentos inflamatórios: veja quais são e a importância de evitá-los

Você já parou para se perguntar por que fica com a sensação de inchaço após algumas refeições? Então, saiba que muitas pessoas passam por isso. Os alimentos inflamatórios são considerados grandes vilões da dieta e, muitas vezes, passam despercebidos, apesar desses sinais.

Além dessa impressão, outros sintomas que podem acompanhar a inflamação são a azia, a enxaqueca e, até mesmo, a queimação. Mas, afinal, quais são esses alimentos inflamatórios e como podemos evitá-los?

A seguir, explicamos como eles agem em nosso organismo e por que é tão importante evitar sua ingestão em excesso para não afetar a sua qualidade de vida. Confira!

O que são os alimentos inflamatórios?

A princípio, vamos entender o que são os alimentos inflamatórios e como eles agem. Em resumo, são aqueles com certo potencial inflamatório. Então, quando consumidos, o organismo reage naturalmente por entendê-los como agentes perigosos. Logo, as suas células de defesa agem contra eles.

Esse processo químico produz substâncias inflamatórias, na tentativa de combater o organismo do “ataque”. E a oxidação frequente causa um desequilíbrio, culminando em danos nas proteínas, nos lipídios e no DNA das células.

Nesse contexto, a inflamação subclínica se instala, sendo um dos problemas que mais chamam atenção por ser algo assintomático. Ou seja, é um quadro silencioso, que traz diversos problemas a longo prazo.

Por isso, o diagnóstico tardio e a falta de atenção com relação a esse fator podem até ser fatais. Pensando nisso, é fundamental entender quais são os alimentos inflamatórios e como evitar o desenvolvimento da inflamação subclínica.

O que os alimentos inflamatórios causam?

A princípio, os alimentos inflamatórios provocam desconfortos que ultrapassam as questões alimentares. Além dos problemas digestivos, a pele, assim com outros órgãos, sofrem com essas influências. Isto é, podem ser desencadeados desde o envelhecimento precoce até doenças autoimunes.

Além desses problemas, o constante consumo de alimentos inflamatórios pode provocar doenças cardiovasculares e respiratórias.

No caso das células presentes na pele, o açúcar dos alimentos inflamatórios se fixa nas fibras de colágeno, que perdem a elasticidade e ficam rígidas. Como consequência, além de ser quase irreversível, esse efeito gera uma grande quantidade de rugas e linhas de expressão.

Sendo assim, é muito importante reconhecer quando existe a resistência do organismo a determinados tipos de alimentos.

Como evitar a inflamação no organismo?

A melhor maneira é a avaliação com acompanhamento clínico de um nutrólogo, endocrinologista ou médico geral. A partir de exames é possível identificar a sensibilidade e fazer a tratativa correta para evitar as inflamações.

Apesar do avanço dos estudos sobre esses alimentos, ainda é preciso entender melhor sobre eles e os problemas gerados. Contudo, confira a lista de alguns que devem ser evitados em excesso na sua alimentação:

  • alimentos fritos e com gordura;
  • embutidos derivados de carne vermelha;
  • alimentos ricos em açúcar;
  • refrigerantes e bebidas alcoólicas;
  • óleos vegetais;
  • derivados de farinha branca.

Em conclusão, a melhor forma de evitar as consequências de alimentos inflamatórios é fazer uma dieta saudável. Quem já tem predisposição para desenvolver o problema, é recomendada a adoção de alimentos com poder anti-inflamatório e antioxidante, que ajudam a evitar a inflamação. Entre eles, gengibre, alho, limão, cúrcuma e mel.

NUTRACÊUTICOS

Além disso, você pode contar com o VAZGUARD™, nutracêutico natural com alto poder anti-inflamatório e antioxidante. Ele tem papel importante na modulação dos níveis de colesterol e controle da glicemia, sem efeitos colaterais. Outro ponto positivo é que o produto se mostra eficaz no tratamento da síndrome metabólica.

Por fim, o OX-Berry® +Berry  é outro nutracêutico que você pode utilizar no tratamento da inflamação subclínica. Trata-se de um extrato inovador, rico em antocianinas provenientes de mirtilos silvestres da Escandinávia e groselha negra da Nova Zelândia, produzidos através de extração por nitrogênio, que bloqueia o oxigênio para preservar e concentrar as 17 antocianinas de ocorrência natural nesses frutos. O ativo melhora a circulação sanguínea, diminuindo o risco de rupturas ou enrijecimento das veias e artérias provocados pelos alimentos inflamatórios.

Além de contribuir para a redução da inflação crônica, as antocianinas melhoram a circulação sanguínea. Isso faz com que oxigênio, nutrientes e hormônios sejam devidamente transportados por toda a corrente sanguínea, distribuindo esses elementos essenciais em todos os órgãos e células do corpo.

Viu só como não vale a pena ter uma alimentação desregrada? Então, aproveite e compartilhe este artigo nas suas redes sociais para que mais pessoas saibam a importância dos cuidados aqui mencionados.

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