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Mudanças nos padrões alimentares dos brasileiros

À medida que os anos passam, os padrões alimentares também mudam. Os hábitos relacionados ao consumo de alimentos dos nossos pais ou avós, certamente, eram bem diferente do que temos hoje.

Por um lado, o aumento considerável na ingestão de alimentos industrializados é um dos motivos dessas mudanças. Por outro, a procura por uma alimentação saudável para aumentar a imunidade e ter mais qualidade de vida é uma nova vertente. Diante disso, os estabelecimentos farmacêuticos devem ter atenção a essas mudanças para oferecer suplementos, medicamentos e outros produtos alinhados à necessidade atual dos consumidores.

Neste artigo, mostramos as principais informações acerca dos padrões alimentares. Desse modo, você saberá como deve se posicionar para atender ao novo perfil de consumidor. Continue lendo!

Como os padrões alimentares vêm mudando nos últimos anos?

Os aspectos sociais, econômicos, ambientais e, até mesmo, tecnológicos podem afetar a forma como as pessoas se alimentam. Devido aos avanços da agricultura e da indústria alimentícia, novos produtos e com maior quantidade são disponibilizados aos consumidores.

Tempos atrás, não se sabia ao certo se a humanidade seria capaz de produzir alimentos para todos. Atualmente, vemos que existe até um pouco de desperdício em algumas situações. A produção em massa e os alimentos processados contribuíram para termos uma alimentação mais variada e de fácil disponibilidade.

Nos dias atuais, uma pessoa pode ter o alimento que desejar — já preparada e pronta para o consumo — sem sair de sua casa.

Mais recentemente, tivemos outra mudança nos padrões alimentares. Afinal, a pandemia também aproximou o consumo de alimentos ultraprocessados das pessoas que moram na região Norte e Nordeste e que têm baixo nível de escolaridade. Isso foi impulsionado pela redução na renda das famílias e a distribuição desses alimentos para públicos de baixa renda.

A facilidade de solicitar alimentos por meio de um aplicativo é mais uma inovação que vem afetando os padrões alimentares. Isso porque, durante o isolamento social, as pessoas passaram a ficar mais tempo em casa, sem comer fora ou diminuindo as compras no supermercado. Logo, para se protegerem, os serviços de delivery cresceram exponencialmente.

Por outro lado, também foi possível notar o aumento com a preocupação em relação à saúde e imunidade. Com mais tempo em casa, muitos brasileiros passaram a cozinhar seus próprios alimentos, incluindo no prato opções mais saudáveis, que aumentam o mecanismo de defesa do organismo. Frutas, verduras, fibras, legumes e carnes frescas substituíram embutidos, congelados e frituras.

Como anda o consumo de ultraprocessados?

Uma das principais mudanças nos padrões alimentares atuais é o consumo dos alimentos processados e ultraprocessados, principalmente nos grandes centros urbanos, onde é comum o consumo de fast foods. O mercado entendeu que existe uma demanda gigantesca desses produtos, especialmente por parte daquelas pessoas que precisam se alimentar de maneira muito rápida, transportando o alimento consigo.

Geralmente, são produtos que dispensam refrigeração ou aquecimento para serem consumidos. Ou seja, é uma facilidade para muitas pessoas. O grande problema é que, para esses alimentos chegarem até esse estado, um amplo e complexo processo é posto em prática.

Em sua maioria, esses produtos possuem uma quantidade muito alta de sódio e outros agentes químicos que podem ser danosos à saúde. Nesse sentido, problemas como colesterol alto, sobrepeso e obesidade, desconfortos gastrointestinais, hipertensão e diabetes são comuns diante do alto consumo de alimentos ultraprocessados.

Como a sua farmácia pode atender os seus consumidores?

Apesar de o consumo de ultraprocessados ser uma realidade nos padrões alimentares atuais, a busca pela saúde ainda é uma prioridade e preocupação muito grande para as pessoas. Nesse sentido, a farmácia pode, perfeitamente, atuar nos dois mercados.

Assim, você pode fornecer medicamentos que tratam os malefícios gerados por alguns alimentos e criar estratégias de educação nutricional. Além disso, disponibilizar suplementos e nutracêuticos capazes de suprir necessidades alimentares básicas que nem sempre são alcançadas apenas com a alimentação. Vitaminas e minerais, produtos para redução de medidas e crescimento de massa magra são algumas indicações possíveis.

Por fim, chegamos à conclusão de que as mudanças nos padrões alimentares são inevitáveis. O empresário do ramo farmacêutico deve estar atento a elas e adequar o seu negócio para atender a essas novas necessidades.

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