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Sarcopenia: entenda como a Covid-19 pode favorecer a perda muscular

A sarcopenia é uma doença caracterizada pela diminuição da massa muscular. Em outras palavras, ela faz com que os músculos tenham a sua quantidade e qualidade reduzidas. Nesse caso, a condição acelera o envelhecimento e impacta nas limitações físicas de um paciente.

Durante a pandemia do novo coronavírus, percebeu-se um aumento desse problema. Ou seja, pessoas que contraíram a Covid-19 e se recuperaram tiveram a sarcopenia como uma sequela da infecção.

Ainda que seja um grande desafio entender os efeitos colaterais da doença originada pelo vírus Sars-Cov-2, já é possível compreender algumas relações entre ambas. Saber melhor sobre esse assunto é fundamental para garantir que você não tenha os seus resultados prejudicados.

Neste artigo, mostramos a relação que existe entre essas doenças. Além disso, apresentamos algumas alternativas de tratamento. Continue lendo!

A sarcopenia e a sua relação com a Covid-19

A pandemia do novo coronavírus pegou todo o mundo de surpresa. Mesmo com a doença avançando por todos os continentes, a sua chegada no Brasil deixou a população receosa. Afinal, trata-se de um inimigo invisível e que demanda um combate intenso.

Nesse contexto, milhões de pessoas foram vítimas dessa infecção. Infelizmente, milhares pereceram. Por outro lado, a maioria consegue sobreviver à doença. Entretanto, as sequelas perduram em muitos pacientes.

A chamada síndrome pós-covid afeta diversos perfis de pessoas. Entre os variados sintomas, temos a diminuição da massa muscular. Nesse caso, a doença é conhecida como sarcopenia.

Sendo assim, a associação desse problema com a Covid-19 foi percebida pelo Hospital Sírio Libanês. Pacientes mais graves tiveram uma perda de 2% na musculatura. Isso ocorria a cada dia que a pessoa ficava sob o ventilador mecânico ou entubada.

As consequências da Covid-19 ainda são um desafio, principalmente a respeito de quanto tempo os sintomas ainda resistem no organismo. Em relação à perda muscular, já foi levantada a necessidade de reabilitação em pessoas que passaram por longas internações.

Em um estudo publicado pelo Journal of The American Medical Association (JAMA), mais de 87% dos pacientes relatou a persistência de, pelo menos, um sintoma após dois meses do período da doença. Entre os sintomas, estão a fadiga e a falta de ar.

Somando esses fatores com a sarcopenia, pode ser ainda mais dificultoso obter resultados com suas atividades físicas. Sendo assim, é fundamental que pacientes acometidos pela Covid-19 busquem a reabilitação correta para tratar os efeitos da doença.

As consequências da sarcopenia no corpo

A diminuição dos músculos traz consequências graves para a saúde. Assim, no caso dos pacientes infectados com o novo coronavírus, existe o aumento do risco de morte. Entretanto, quando há a recuperação, muitas sequelas podem ser observadas, como comentamos.

Entre elas, está a dificuldade para realizar movimentos simples, como mover braços e pernas. Dessa forma, prejudicando severamente o retorno das atividades cotidianas. A ação da Covid-19 na musculatura ocorre na célula muscular esquelética. Por isso, as dores e a fadiga são tão comuns na maioria dos casos.

A perda muscular provoca diversos prejuízos a médio e longo prazo para a saúde do paciente. Isso desde um simples movimento nos braços ou nas pernas até a realização de atividades do dia a dia.

As implicações ocorrem quando o vírus se instala no receptor ECA e danifica a célula. Desse modo, explica-se o motivo de pacientes graves, mesmo recuperados, reclamarem de tantas dores musculares e fadiga. Em outros casos, foram identificadas pequenas lesões musculares que demandam terapia ocupacional.

As medidas de prevenção da Covid-19

Com mais de um ano de pandemia declarada, a doença continua sendo o maior problema mundial. Mesmo que a vacinação já esteja avançada, é necessário se cuidar, pois o vírus continua a existir.

O isolamento social ainda é o melhor tratamento para evitar a sarcopenia em pacientes por decorrência de Covid-19. Além do distanciamento, as práticas de higiene devem ser mantidas, bem como o uso de máscaras.

Por fim e o mais importante, está a vacinação. O Brasil iniciou o programa de imunização desde o final do ano de 2020 e projeta a finalização até o fim de 2021. Para frear a ocorrência da doença, é fundamental que todos os grupos definidos pelos governos estaduais e municipais tomem a dose completa.

As opções para tratamento da doença

É importante entender que existem tratamentos para a sarcopenia. Nesse caso, é preciso aplicar a terapia ocupacional. Além disso, é importante ter em mente que a recuperação pode ocorrer a longo prazo.

O mesmo estudo do Hospital Sírio Libanês destacou a importância do processo terapêutico de recuperação. Por isso, ele envolve a inclusão de fisioterapias mesmo após a alta hospitalar. O foco desses tratamentos é o estímulo muscular. Contudo, a alimentação correta e a adoção de um estilo de vida mais saudável contribuem para a recuperação rápida e satisfatória.

Quando toda a função muscular voltar ao normal, deve-se manter as suas rotinas de treinos e alimentação saudável. Afinal, eles contribuirão para a recuperação total e, sobretudo, para a melhoria na qualidade de vida.

Segundo o médico ortopedista e traumatologista do hospital, quanto maior for a persistência do paciente, maior será a chance de reverter a situação. Os exercícios de alongamento, musculação e propriocepção são fundamentais para trazer a força muscular de volta ao paciente mais jovem. Em caso de pessoas idosas, o reforço deverá ser ainda maior na terapia ocupacional.

BODYBALANCE™ na prevenção da sarcopenia

Bodybalance™ é uma combinação de Peptídeos Bioativos de Colágeno®, com função específica para o aumento de massa muscular. O seu consumo diário associado à prática de exercícios físicos melhora a composição corporal e diminui os níveis de gordura. O produto também combate os danos causados pelo processo de envelhecimento.

A sarcopenia costuma ser prevalente em cerca de 25 a 50% dos adultos com mais de 60 anos. Nesse contexto, intervenções nutricionais e exercícios são os pilares do tratamento. Complementar a isso, estudos recentes demonstraram que os peptídeos de colágeno contendo principalmente aminoácidos não essenciais aumentam a massa livre de gordura e a força em homens sarcopênicos.

A ingestão diária de 15 gramas de peptídeos de colágeno específicos mostrou aumentar a resposta adaptativa de um programa de treinamento de resistência de 12 semanas em homens mais velhos. Já para jovens que praticam exercícios físicos e mulheres no climatério, houve aumento da massa magra e força muscular.

Por fim, nós concluímos que a sarcopenia é mais uma doença desenvolvida em um período pós-infecção da Covid-19. Sendo assim, é importante buscar o tratamento médico rapidamente. Isso porque o resultado das abordagens adotadas pelo profissional depende disso. Ressaltamos, também, a necessidade de prevenção contra o novo coronavírus, adotando as medidas sanitárias como o uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento social.

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