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Rastreamento metabólico: como utilizá-lo de forma assertiva

Quando se trata de nutrição funcional, devemos colocar em pauta um assunto pouco discutido, mas muito importante para esse objetivo: o rastreamento metabólico. Muitos processos de reeducação alimentar podem não apresentar os resultados esperados no tempo determinado devido à desconsideração desse fator.

Contudo, essa é uma das áreas que mais vem ganhando destaque na nutrição funcional. Ela visa identificar alterações bioquímicas e fisiológicas que podem estar integradas a possíveis problemas nutricionais dos pacientes.

Como esse assunto é muito importante, ajudaremos você a se aprofundar nele. Continue lendo para saber mais!

O conceito de rastreamento metabólico

O rastreamento metabólico é um método cujo objetivo é investigar sinais e sintomas do paciente. Desse modo, é possível analisar informações nutricionais que podem solucionar determinado problema com um planejamento alimentar adequado.

Ele é realizado com um questionário muito completo desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Nutrição Funcional (IBFN). O foco das perguntas é auxiliar o profissional a entender as necessidades do seu paciente, bem como conhecer melhor o seu perfil alimentar e estilo de vida.

As estratégias utilizadas para essa abordagem

O questionário deve ser respondido no momento da anamnese e cada pergunta terá as seguintes alternativas de respostas:

  • 0 = nunca teve ou quase nunca teve sintomas;
  • 1 = ocasionalmente teve sintoma e o efeito não foi severo;
  • 2 = ocasionalmente teve sintoma e os efeitos foram severos;
  • 3 = tem o sintoma frequentemente, com efeitos leves;
  • 4 = tem os sintomas e efeitos severos com frequência.

Assim como as respostas, a análise do questionário do rastreamento metabólico é muito simples. Os números das respostas devem ser somados e a interpretação seguirá estes critérios:

  • <20 pontos: indivíduo saudável, com chances baixas de ter hipersensibilidade;
  • >30 pontos: indica a existência de hipersensibilidade;
  • >40 pontos: certeza da existência de hipersensibilidade;
  • >100 pontos: pessoa com saúde ruim e com grande dificuldade de realizar atividades diárias.

Geralmente, quem soma 100 ou mais pontos são aquelas pessoas que têm mais de uma doença crônica associada e, na maioria dos casos, sem um tratamento efetivo.

As ferramentas utilizadas para realização do rastreamento metabólico

Existem duas formas de aplicar o questionário do rastreamento metabólico: uma delas é imprimindo as perguntas em folhas; a outra é com o uso de sistemas específicos online. A segunda alternativa torna o trabalho mais simples, rápido, intuitivo e prático.

Assim, o trabalho do profissional de saúde ganha em eficiência, tendo em vista que elimina a presença de papéis impressos. Além disso, o cálculo dos resultados é mais rápido, ocorrendo de forma automática e livre de erros matemáticos que podem prejudicar a análise.

Além disso, o ideal é não entregar o questionário nas mãos do paciente. O procedimento indicado é fazer as perguntas e aguardar a resposta. Dessa forma, é provável que a pessoa responda corretamente e sem tentar burlar a questão.

Enfim, podemos concluir que o rastreamento metabólico, de fato, tem uma participação crucial no processo de reeducação alimentar. Inclusive, existem alguns benefícios que podem ser agregados no emagrecimento. Desse modo, colocando essa estratégia em prática você terá mais uma abordagem para oferecer a seus pacientes.

Que tal continuar lendo um pouco mais sobre o assunto? Então, confira o artigo sobre alterações hormonais da fome e da saciedade nos pacientes.

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