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INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Interações medicamentosas: conheça as mais comuns e veja como evitá-las

As interações medicamentosas sempre devem ser avaliadas de perto pelos prescritores. Assim, ao indicar uma substância, é preciso ter o cuidado de entender os efeitos que ela vai gerar no corpo. Além disso, o profissional deve saber os demais medicamentos utilizados pelo paciente.

Afinal, a união de duas ou mais substâncias pode ter efeitos diversos. Sendo assim, é possível que eles potencializem ou anulem os objetivos pretendidos em outras medicações. Nesse contexto, é uma obrigação do prescritor ter atenção a isso.

Neste artigo, mostraremos os cuidados que devem ser adotados com a prescrição farmacêutica. Além disso, veja os principais problemas que podem ocorrer com os efeitos combinados de medicamentos.

A interação medicamentosa nos dias atuais

Geralmente, os profissionais já entendem a necessidade quanto aos cuidados das interações medicamentosas. Contudo, o grande problema ocorre com a automedicação. Em especial, durante o período da pandemia.

Assim, muitas pessoas passaram a fazer o uso de medicações isentas de prescrição médica. Logo, não é raro encontrar casos de interações medicamentosas nesse público. Muitos não entendem que substâncias simples podem causar prejuízos consideráveis no corpo. O mais comum é a interferência em outros medicamentos ou suplementos como vitaminas e minerais.

Os tipos de interações medicamentosas

Antes de pensar no tratamento de interações medicamentosas, é importante entender os seus tipos. Elas podem ocorrer em diversos momentos. A seguir, vamos ver como isso funciona.

Na absorção de medicamentos

Nesse caso, podem ocorrer alterações no pH do intestino. Além disso, é comum acontecer a quelação e outros mecanismos de complexação. O próprio trato gastrointestinal na totalidade também é afetado. Assim, altera a sua motilidade. Sem contar que impacta a própria absorção de nutrientes.

Na distribuição e biotransformação

Iniciando pela distribuição, podem ocorrer competições a partir da ligação de proteínas plasmáticas. Além disso, pode surgir a hemodiluição com a redução delas. Assim, temos na biotransformação a indução enzimática por barbitúricos, rifampicina e tabaco. Outro fator comum é a inibição enzimática.

Na excreção

Por fim, temos as interações medicamentosas que ocorrem na excreção do medicamento. Dessa forma, ela pode causar alterações no pH da urina. Também ativa a tubular renal e altera o fluxo sanguíneo desse sistema.

As soluções para evitar interações medicamentosas

Inicialmente, para solucionar a interação medicamentosa é fundamental conhecer os fármacos utilizados. Por isso, é necessário fazer uma entrevista com o paciente para saber quais são as substâncias que ele já faz uso. Além disso, é importante perguntar se existe o hábito de consumo de álcool.

Sem falar que é crucial conhecer os efeitos desejáveis e indesejáveis do fármaco. Assim, é indispensável o monitoramento para identificar eventuais efeitos adversos. Quando ocorrem interações medicamentosas, o profissional deve rever a quantidade utilizada.

O ideal é que consulte um especialista para reformular a dosagem do medicamento. Fora isso, é possível distribuir a dose de forma fracionada. Contudo, sempre observando o impacto dessas ações com o efeito desejado. Também é importante orientar o paciente quanto aos riscos de tomar medicamentos sem prescrição médica.

Por fim, o prescritor deve estar sempre atento às interações medicamentosas. Assim, é imprescindível conhecer bem o seu paciente, os seus hábitos e as substâncias que já faz uso. Essas práticas reduzem consideravelmente o problema. Além disso, facilitam o tratamento e a melhoram a qualidade de vida dos enfermos.

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