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Fome excessiva: o que isso pode significar?

A fome excessiva é um problema que se manifesta em muitas pessoas atualmente. O processo de desejo por alimentos é regulado pelo nosso corpo e faz parte de nossas funções vitais. Contudo, existem indivíduos que podem estar com esse sistema descontrolado. Então, a sensação de fome é constante.

Na tentativa de brigar contra essa vontade, muitas pessoas acabam passando por situações de estresse que pioram ainda mais a insaciedade. Nesse caso, o ideal é tentar encontrar as causas desse desejo. Em seguida, adotar medidas para resolver o problema.

Neste artigo, mostraremos as principais origens da fome excessiva e como ela pode ser solucionada. Acompanhe!

O que é classificado como fome excessiva?

Antes de tudo, é preciso entender o que é a fome excessiva. Afinal, ter a sensação de fome é comum. O que precisa ser eliminado é o excesso dessa vontade de consumir alimentos a todo o tempo.

A pessoa que sofre com esse problema nunca se sente satisfeita. Por isso, a todo o momento ela deseja comer alguma coisa. Isso ocorre por alguns motivos que mencionaremos a seguir.

Quais são os fatores que geram a fome excessiva?

Agora, mostraremos quais são os fatores que geram a fome excessiva. O primeiro está ligado às emoções. Afinal, as pessoas que sofrem algum tipo de problema relacionado à mente podem utilizar a comida como uma forma de fugir dessas questões.

Nesse caso, é importante procurar um profissional da área de psicologia e, em alguns casos, um médico psiquiatra. Contudo, o foco deste conteúdo são as questões fisiológicas que geram a fome em excesso. Ou seja, têm relação aos hábitos ou problemas de saúde, como diabetes e hipertireoidismo. Sobre isso, discorreremos com mais detalhes nos próximos tópicos.

Consumo excessivo de carboidratos simples

É importante destacar que o carboidrato é uma excelente fonte de energia. A despeito das opiniões de alguns profissionais que condenam esse macronutriente, ele precisa ser consumido com atenção. Isso porque alguns são transformados em glicose de forma muito rápida. Exemplos disso são:

  • farinhas;
  • pães;
  • açúcares;
  • grãos refinados.

Mas por que os carboidratos têm relação com a fome excessiva? Simples, eles são absorvidos de forma muito rápida pelo organismo. Logo, induzem a produção de insulina — um hormônio que ajuda na metabolização do açúcar.

O grande problema é que isso acontece rapidamente. Logo em seguida, o corpo emite sinais de fome, pois não tem mais glicose para gerar energia. É por isso que as pessoas que têm uma dieta rica nesses alimentos se sentem famintas o tempo inteiro.

Falta de proteínas na alimentação diária

As proteínas geralmente são macronutrientes que têm uma digestão lenta. Logo, as carnes e outros alimentos proteicos ficam mais tempo no sistema digestivo. Assim, promovem saciedade por períodos maiores. Contudo, quando há a falta desse alimento na rotina, acontece o efeito contrário.

Não diferenciação de fome e vontade de comer

Outro ponto importante é saber diferenciar o momento que você está, efetivamente, com fome ou com vontade de comer. A primeira situação demonstra a falta de nutrientes em determinado momento. Já a vontade de comer está relacionada ao desejo, estimulado por emoções visuais, cheiros e, até mesmo, o estresse.

Como resolver essa situação de forma efetiva?

Uma das formas de resolver a fome excessiva é atacando as suas causas. Assim, quando se trata de questões psicológicas é preciso procurar um profissional. Contudo, ações simples do dia a dia podem solucionar o problema quando ele está atrelado aos seus hábitos.

Por exemplo, você pode apostar em uma rotina que inclua alimentos capazes de aumentar a saciedade. O ideal é escolher aqueles que têm um baixo índice glicêmico e que auxiliam na modulação da fome excessiva. Podemos citar como exemplos:

  • proteínas: carnes, ovos, peixes, frango, leite, queijos;
  • fibras: batata-doce, feijão, farinhas integrais, verduras, legumes e frutas;
  • gorduras boas: castanhas, nozes, linhaça, amêndoas, gergelim e amendoim.

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